Tema da notícia: Celulares
Com a popularização dos smartphones atualmente, cada vez mais usuários gostam de fazer o 'flashing' para expandir as funções do celular, tornando isso uma tendência. Atualmente, há serviços de 'flashing' disponíveis em oficinas de reparo em grandes mercados de telecomunicações, com preços variando conforme o modelo e o sistema. Profissionais do setor afirmam que o lucro médio de um celular é de 50 yuans, enquanto ao fazer o 'flashing' de um celular, somando a taxa de 'flashing' e a taxa de promoção cobrada dos desenvolvedores de aplicativos, o lucro pode chegar a centenas de yuans.
Por outro lado, o 'flashing' apresenta riscos: após o 'flashing', o software é alterado, podendo haver vulnerabilidades de segurança; o celular se torna suscetível a vírus e, em última instância, informações do usuário podem ser roubadas; celulares paralelos (importados ou não regulamentados) após o 'flashing' podem vir com muitos softwares inúteis pré-instalados, alguns até consomem dados em segredo... Em resumo, o 'flashing' tem riscos e os usuários devem ter cautela.
O mercado de 'flashing' está extremamente aquecido
O chamado 'flashing' refere-se a atualizar o software do celular ou instalar alguns softwares, como jogos, geralmente reescrevendo os programas do celular via cabo de dados ou infravermelho. O objetivo principal do 'flashing' é corrigir defeitos de versões antigas do software, como lentidão, volume baixo, travamentos; alguns buscam melhorar funções do modelo original sem alterar o hardware, como zoom digital, tipos de molduras, capacidade de edição de imagens, etc.
Atualmente, os principais canais de 'flashing' são plataformas que reúnem ROMs de terceiros, sendo comuns o Shuaji Jingling, Xiaomi, MoKee, LeWa, Dianxin e 91 Assistant, sendo Shuaji Jingling e 91 Assistant os mais famosos, com muitos entusiastas.
Atualmente, sistemas operacionais como Windows Mobile, Symbian, Android e iOS são amplamente usados em smartphones de várias marcas, mas muitos usuários ficam confusos apenas com os nomes desses sistemas, e nem se fala em entender e explorar questões de 'flashing'. Portanto, quando enfrentam atualização de software, vírus no celular, sistemas originais incompatíveis com softwares de voz, WeChat, jogos ou desejam uma interface personalizada, temas e modos de operação, os usuários de smartphones geralmente recorrem ao 'flashing'. Por falta de conhecimento técnico ou para evitar riscos, os usuários normalmente optam por fazer 'flashing' em pontos de assistência ou lojas de reparo.
A popularização massiva dos smartphones impulsionou o negócio de 'flashing', especialmente com o crescente mercado paralelo, tornando o negócio de 'flashing' cada vez mais próspero.Devido ao fato de que os celulares de importação eram originalmente direcionados para usuários do exterior, ao entrarem no mercado interno inevitavelmente precisam passar por um processo de “localização” do software, o que levou à expressão “dez importações, nove são reprogramadas”.
Pesquisas mostram que atualmente a participação de celulares inteligentes importados no mercado nacional de smartphones está entre 40% e 60%; alguns profissionais do setor fornecem números mais precisos, afirmando que a média mensal de vendas de smartphones importados é de cerca de 1,8 milhão de unidades. A grande entrada de smartphones importados também trouxe lucros substanciais para o setor de reprogramação. “Estimando de forma conservadora, as vendas de celulares importados este ano chegam a quase 20 milhões de unidades. Se cobrarmos uma taxa de 50 yuans por cada aparelho pelo serviço de reprogramação e pela promoção de software, essa cadeia industrial movimentará pelo menos bilhões este ano”, disse Yu Weiru, vice-presidente da Shengsi Network.
Riscos ocultos na reprogramação
Enquanto o serviço de reprogramação de smartphones se torna popular, muitos usuários ainda não entendem os riscos envolvidos.
O primeiro é o problema de vírus. “Muitos consumidores pensam que reprogramar apenas significa trocar para um sistema em chinês, como reinstalar o computador, mas isso não é verdade.”, disse o Sr. Zhang, que trabalha com desenvolvimento de software antivírus para celulares. Basicamente, todos os smartphones reprogramados passam por alterações no software, e a maioria dos aparelhos apresenta vulnerabilidades de segurança. Uma vez infectado por vírus, as informações pessoais dos usuários podem ser roubadas, e mesmo que o usuário reprograma novamente, é difícil garantir que o vírus seja completamente removido.
Em segundo lugar, a reprogramação reduz a vida útil do celular. Especialistas afirmam que durante o processo de reprogramação é necessário desbloquear o sistema original do celular; atualmente, os revendedores utilizam um tipo de “cartão branco” para desbloqueio. Nos celulares desbloqueados com o “cartão branco”, as configurações podem ser alteradas, afetando a vida útil do aparelho. Por um lado, o tempo de espera da bateria diminui significativamente e o aquecimento do aparelho durante o uso aumenta. Por outro lado, sabe-se que os técnicos não podem garantir que todos os celulares sejam reprogramados com sucesso; alguns podem apresentar instabilidade após a atualização do sistema, e eles só podem tentar outro sistema. Alguns telefones, ao serem reprogramados, não apenas falham na atualização, mas podem ficar com uma versão inferior à anterior ou até impossibilitar o retorno à versão original. “Reprogramar tem riscos. Nossos próprios celulares também precisaram de várias tentativas até terem sucesso; nosso sistema também foi baixado da internet, e é inevitável que esses softwares tenham vulnerabilidades”, disse um técnico.Especialmente em relação a celulares contrabandeados, para buscar lucro, os fabricantes de todos os níveis inevitavelmente adicionam aplicativos camada por camada, de modo que os dispositivos que chegam às mãos dos usuários muitas vezes já foram reinstalados várias vezes, com uma grande quantidade de softwares inúteis pré-instalados, e alguns podem até consumir dados em segredo.\nUsuários devem estar atentos aos riscos de reinstalação de sistema\nÉ evidente que a reinstalação de sistema realmente apresenta riscos, e os usuários devem estar atentos ao fato de que, após a reinstalação, os smartphones podem ser infectados com softwares inúteis, softwares maliciosos e softwares que consomem serviços.\nOs consumidores devem, sempre que possível, comprar smartphones oficiais em lojas regulamentadas. Atualmente, com o aumento das vendas de smartphones e o crescimento dos usuários de internet móvel, vírus para smartphones estão espalhados, exibindo tendências de diversidade e hierarquização. Se mesmo os smartphones de marcas oficiais estão nesta situação, quanto mais os celulares contrabandeados.\nAlguns clientes compram celulares contrabandeados que tiveram o sistema reinstalado gratuitamente pelo fabricante; os dispositivos recebidos muitas vezes podem conter códigos maliciosos e vírus. Embora o preço de compra seja baixo, o "custo de uso" causado pelos códigos maliciosos é muito alto, resultando em prejuízo final.\nAlém disso, os departamentos relevantes também devem aumentar os esforços de combate a vírus de celulares e softwares maliciosos, e regular efetivamente o mercado de reinstalação de sistemas. Chen Jiachun, vice-diretor do Departamento de Desenvolvimento de Comunicação do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação, afirmou que, devido à estreita relação entre terminais e serviços de internet móvel com os interesses dos usuários, os impactos e danos de comportamentos maliciosos como cobrança indevida, roubo de informações e fraudes são mais evidentes. Os departamentos relevantes estão elaborando métodos de gestão de terminais móveis inteligentes para proteger os direitos dos consumidores. Acredita-se que, uma vez implementado esse método de gestão, os softwares de cobrança embutidos nos celulares que atuam de forma desregrada sofrerão um duro golpe.
A popularidade de customização de smartphones esconde vulnerabilidades de segurança que exigem atenção
Respostas (3)
Flashar o dispositivo. Realmente poderoso.
Fazer root no celular é muito poderoso…
Passando por aqui, nunca troquei de ROM...
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