Especialista: Japão reconhece que a China tem uma conspiração e já a considera o único país inimigo

O pôster original: ┌girar┐←_← Visualizações: 127 Respostas: 1 Publicado em: 2012-12-17 17:04:43
图片 Fonte: Global Times [17 de dezembro de 2012 14:55]

Imagem de arquivo: Manifestação do povo japonês contra a “invasão do território marítimo” pela China

Reuters relatou em 17 de dezembro, título original: "Teoria da conspiração da China no cenário político japonês"

Em 16 de dezembro, as eleições gerais no Japão terminaram, com vitória do Partido Liberal-Democrata e do Komeito, e o líder do PLD, Shinzō Abe, retomou o cargo de primeiro-ministro sem surpresas.

Uma eleição sem surpresas naturalmente se torna mais tranquila, e a taxa de comparecimento foi 10% menor que na última vez. Contudo, perto do fim da eleição, as forças políticas japonesas subitamente se animaram.

Em 13 de dezembro, no dia de recordação do Massacre de Nanjing, aeronaves chinesas da vigilância marítima patrulharam a área ao redor das Ilhas Diaoyu! Os japoneses exclamaram: “É a primeira vez na história que aviões chineses invadiram o espaço aéreo de outro país!” “Isso é vingança pelo massacre de Nanjing!” A cena política japonesa ficou abalada!

No dia 12, o autor havia acabado de fazer uma palestra, definindo as relações China-Japão como “relações entre países inimigos”, e apontou que, sem perceber, o Japão já considera a China como o único inimigo.

Teoria da conspiração

Atualmente, os japoneses não ousam subestimar a China; dentro da esfera política japonesa, alguns acreditam que “a China certamente tem uma conspiração!”

A China aparentemente não nutre mais esperanças em figuras políticas japonesas como Abe, nem tem mais ilusões sobre a opinião pública japonesa, a opinião ocidental ou políticos americanos.

O autor acredita que, na questão China-Japão, a China oficialmente encerrou o período de ‘esperar em silêncio' e entrou em uma fase de ações efetivas. O Japão em declínio ainda se distrai com problemas interiores; trilhar um caminho de Guerra Fria entre China e Japão, e de corrida armamentista, só acelerará sua queda.

Planos de Abe

Abe deseja realizar muitas coisas, mas quantas ele realmente pode fazer?

O jornal Nikkei informou que membros influentes do PLD já indicaram que, antes da eleição para a Câmara Alta no verão, Abe deve focar principalmente em trabalhos econômicos — pois se a economia japonesa continuar em declínio, como seria possível vencer as eleições da Câmara Alta?

Portanto, antes da eleição da Câmara Alta, Abe não visitará o Santuário Yasukuni, não explorará o tema das mulheres de conforto, nem terá tempo para alterar a Constituição ou expandir as forças armadas. Em questões territoriais, evitará brigas com Coreia do Sul e Rússia. Já há contendas sobre as Ilhas Diaoyu, e estas continuarão, deixando o Japão em grande aflição.No problema das Ilhas Diaoyu, a exigência da China é 'voltar ao consenso entre China e Japão de reconhecer a disputa e colocá-la de lado'. Mas o Japão é incapaz de corrigir o erro e retornar ao consenso sino-japonês, e a demora já durou três meses. A China já normalizou a vigilância marítima nas Ilhas Diaoyu, e não há como voltar atrás nesse caminho.

A economia japonesa, acumulando sérios problemas, não consegue se recuperar rapidamente. O que Abe pode fazer é apenas manter uma guerra fria de baixa intensidade entre China e Japão. Abe, na primeira vez como primeiro-ministro, ficou apenas um ano, e agora, eleito pela segunda vez, conseguirá ultrapassar um ano? (O autor é Zhao Hongwei, professor da Universidade Hosei, Japão)
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Ei, o autor do post, este tópico envolve política.
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