No rio, disparar! O vento leste à noite espalha mil árvores floridas, e ainda as faz cair, estrelas como chuva. Carruagens esculpidas e cavalos valentes, perfume por toda a rua. O som da flauta Feng ressoa, a luz da jarra de jade gira, uma noite de peixes e dragões dançando. Mariposas, salgueiros de neve, fios de ouro, risadas e sussurros com fragrância silenciosa desaparecem. Entre a multidão, procuro-o milhares de vezes, de repente, olho para trás, e aquela pessoa, no entanto, está, onde as luzes são tênues.
Encostado na torre perigosa, o vento brando, olhando o máximo de tristeza primaveril, surge escura no horizonte. Na cor da grama e na luz da névoa do pôr do sol, sem palavras alguém compreenderia o sentimento daquela varanda. Pretendo usar a loucura para planejar uma bebida, cantar bebendo vinho, mas o intenso prazer ainda não tem sabor. A cintura do cinto gradualmente se afrouxa, nunca me arrependo, por ela fiquei esgotado.
O alaúde de seda sem razão tem cinquenta cordas, cada corda e cada traste pensa nos anos brilhantes. Zhuangzi sonha cedo confundido como uma borboleta, o imperador esperado entrega o coração de primavera ao cuco. O mar azul com a lua clara, pérolas têm lágrimas, o sol aquece o jade de Lantian e o fumo surge. Este sentimento pode esperar tornar-se uma memória, mas na época já era confuso.
Poesia clássica
Respostas (3)
Droga, eu já consigo recitar todos esses poemas antigos de trás para frente...
Cof... passando por aqui
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