Vamos apreciar juntos, sempre há algo interessante dentro de si. Neste momento, tudo o que é dito é só fingimento, as pessoas reclamam de ser inúteis. Dez, dez poemas. — — — — [Borboleta Ama Flores] (Nova rima) Quando nuvens e gansos voam, as pessoas são preguiçosas demais para perguntar; a porta tranca a primavera minguante, trancando a escuridão sem fim. Ao anoitecer, algumas brisas frescas se agitam, pétalas espalhadas dançam em mil arrependimentos. Noite silenciosa no jardim do oeste, flores compartilham um travesseiro, Orvalho de jade brilha claramente, o vinho rosta Chang'e. Fragmentado, mas inédito da sua distância, em quem posso confiar toda essa solidão? [Borboleta Ama Flores] Numa noite, o vento oeste traz o crepúsculo do outono, levando flores amarelas, folhas vermelhas dançam por toda a montanha. Um pouco de fragrância de madeira de ágar e chuva novamente, eventualmente desaparecendo sem lugar para encontrar. Sempre na beira do mundo, despedida dolorosa. Sempre esperando voltar para casa, ainda cuidando da fome e do frio. O que mais me arrependo é que, ano após ano, o mundo já vive no mundo. [Borboleta Ama Flores] Ao longo do caminho, o vento balança os salgueiros, preguiçosos demais para olhar para cima, embaralhos espalhados grudam nas mangas como nuvens. Não há como fazer as flores da primavera caírem novamente, as últimas pétalas vermelhas passam, carregando uma fragrância fresca. Sempre depois do anoitecer e as pessoas vão embora, sozinhas na ponte prateada, apoiadas silenciosamente no corrimão por muito tempo. A água espelhada flui devagar, a sombra solitária se torna fina, a lua brilhante permanece sem Mudado. [Borboleta Ama Flores] Assustada ao amanhecer, a lua brilha pela janela oeste, árvores velhas gritam pássaros frios. Geada prateada cobre o chão, o vento uiva para o norte, pensamentos longos se somam aos problemas. Originalmente, era o destino nesta vida. Mas por que os sonhos permanecem aqui? O tempo passa pela poeira e pelo mundo, as pessoas envelhecem, desejando não mais do que a juventude. [Borboleta Ama Flores] Na taverna doente sob o sol inclinado, olhando melancólicamente para o horizonte, como neve acumulada como nuvens. Grama e árvores murcham, lágrimas de outono caem, vastas e vastas, assim como o significado na taça. Memórias voltam com frequência, não se demoram, solidão difícil de abandonar. Sonhos quebrados, anseio sem onde ir por muito tempo, os separados sempre amarrados no coração. [Borboleta Ama Flores] Por que as pessoas esperam muito antes das flores, sobrancelhas franzidas profundamente, olhos opacos silenciosos? A beleza malfadada parte facilmente, os laços mundanos sempre amargos de amor. Ao entardecer, o vento frio não para, Soprando flores de pêssego, voando embora desconhecidas. Por toda parte nos olhos está a primavera que se apaga, a chuva do outono cai. [Borboleta Ama Flores] Nuvens distantes e névoa se levantam sobre as ondas da crista. Pequenas flores amarelas no pátio, solitárias e despercebidas. O frio nasce, o sol inclina e o vento agita; pessoas ociosas frequentemente adoecen. A lua cruza a muralha, galhos projetam sombras, murmúrios fluindo lentamente a luz, geada tinge o silêncio da meia-noite. Deitado bêbado no corrimão inclinado, tristeza ainda não levantada, olhar cansado para Chang'e, frio e inquieto. [Borboleta Ama Flores] (Nova Rima) Sob a luz do luar, quem compartilha as flores de pêssego comigo? Sombras graciosas balançam, já despertando o coração da primavera. Só arrependimento de que o Senhor do Leste ainda não entende, cantando à noite na torre perfumada com grampos de cabelo de fênix. A cada vez que nos encontramos, meu coração fica mais confuso, quantos rostos tímidos, secretamente enviando ondas de outono. Foi o mundo mortal que me provocou, flores de pêssego despertaram um sonho. [Borboleta Ama Flores] Dois Versos Ligados (1) Ela habita à beira da água na montanha do sul, uma fina saia de seda, dançando ao vento.Sempre que a primavera chega, quão fragrante é o aroma, diante das flores frequentemente observo e falo com elas. Casar com o Senhor do Leste traz tristeza de separação, os anos florescentes passam rapidamente, já me tornei o guardião da saudade. A beleza que encanta a cidade se vai com facilidade, sentimentos profundos sempre lamentam a amargura da vida.
Você está na extremidade do mundo buscando um caminho, novamente recitando melancolia, novamente subindo alto e esperando. Infelizmente, com destino humilde, difícil controlar a própria vida, que pena que a palavra amor se torna amargura. Bons sonhos geralmente compartilho com a lua, no outono, o céu frio, e ainda assim a chuva contínua. Vinho restante e lâmpada murcha machucam a tristeza da despedida, o coração primaveril difícil de enviar para o aroma dele.
——— Borboleta Apaixonada pelas Flores, Dez Capítulos. Concluído………
Amor da Borboleta Flor · Dez Pequenos Versos
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