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Para ser sincero, fiquei um pouco emocionado quando vi o 18º episódio da série “Escape Room”. Jogando desde a era Symbian, esta série passou muito tempo comigo. Não vou me gabar disso, mas como fã de longa data, minha experiência com “Maze on the Move” desta vez é estável e surpreendente.
Vamos falar sobre a imagem primeiro. Embora seja um jogo antigo na plataforma 5.0, a qualidade da imagem ainda é comparável a quebra-cabeças semelhantes. A cena é rica em detalhes, incluindo a ferrugem do navio fantasma, a luz das velas na cabine e a vegetação da ilha. Percebe-se que a equipe de desenvolvimento não teve preguiça na arte. Embora os efeitos de luz e sombra não sejam tão deslumbrantes quanto as obras-primas dos consoles atuais, eles são envolventes o suficiente para a resolução de quebra-cabeças móveis. Lembro-me de quando usei o Nokia N73 para jogar a versão original, a tela em mosaico me fez vasculhar cada canto com gosto. Olhando para a qualidade desta imagem agora, me sinto muito feliz 😄
Em termos de design de quebra-cabeças, ainda tem um sabor familiar: encontre coisas, jogue minijogos e desbloqueie novas áreas. Mas desta vez a lógica de interação é mais suave, ao contrário dos filmes anteriores, onde às vezes as pistas eram muito escondidas e anti-humanas. Por exemplo, a bússola mundial e a nota de socorro no baú do tesouro têm uma cadeia de pistas muito clara, guiando você passo a passo para explorar o Território Perdido. Existem também mais tipos de minijogos do que antes, incluindo quebra-cabeças, bloqueios de senha e combinações de mecanismos. A dificuldade é moderada. Quando você ficar preso, basta navegar pelo sistema de prompt do jogo. Você não precisa passar muito tempo como fazia quando era jovem.
Em termos de enredo, esta série sempre teve uma visão de mundo própria, e o cenário de Susan, a guerreira, é bastante reconhecível em jogos de quebra-cabeça. Desta vez combina capitães fantasmas, maldições e lendas de piratas, com um toque de mistério e fantasia, ao contrário de alguns jogos semelhantes que apenas seguem a rotina de “encontre a chave para abrir a porta”. Fragmentos de conversas e notas que ocasionalmente aparecem durante o processo de exploração permitem que você junte gradualmente a história completa, o que é bastante envolvente.
Mas, para ser sincero, o processo do jogo leva cerca de quatro ou cinco horas, o que pode ser um pouco curto para jogadores experientes. Além disso, a parte final é um pouco apressada. A lista de produção sai logo após o CG final, que parece faltar um senso de cerimônia. Mas considerando que é gratuito e não é bombardeado por compras no aplicativo, isso por si só é muito mais doloroso do que muitas das chamadas obras-primas que são “gratuitas para baixar e cobrar pelos itens”.
No geral, se você gosta de quebra-cabeças ou tem sentimentos pela série “Escape Room”, vale a pena tentar este “Maze”. Não é impetuoso ou exagerado, conta calmamente uma história da velha escola sobre coragem e aventura. Na era atual, em que os jogos fast-food para celular são galopantes, é uma espécie de destino poder jogar esse tipo de trabalho com conteúdo cuidadosamente elaborado. 😌
Por fim, uma digressão: não é realmente fácil para a Martian Interactive trazer esta série para a 18ª geração. Espero que eles consigam persistir e não se deixem desviar pelos atuais jogos de cartas que mudam a aparência. Afinal, jogadores veteranos como nós aguardam obras como essa para despertar aqueles bons momentos esquecidos.