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Acabei de comprar "Tower of Infernal Affairs" na app store e fiquei muito feliz quando vi as imagens. Não é esta a versão horizontal que os jogadores mais antigos mais amam? Quando cliquei nele, descobri que ainda era uma operação gratuita com uma mão. Naquela época, quando tocávamos “Demon Village” e “Castlevania”, não era tão fácil. O joystick foi esfregado com tanta força que os dedos ficaram calejados. Hoje em dia, esses jovens podem experimentar a exploração de masmorras com apenas alguns toques. Eu diria que já era hora.
Isso me lembra o início dos anos 2000, quando as salas de informática ainda tinham monitores grandes e o dono do cibercafé tinha que lhe dar uma chave para ligá-los. Para jogar “Diablo 2”, você tem que implorar ao seu chefe para instalar a versão do disco rígido, ao contrário de agora onde você pode comprar equipamentos com apenas um clique no seu celular. Na verdade, este jogo tem mais de 10 mapas de cena. O equipamento pode ser decomposto e sintetizado, e a aparência pode ser personalizada. Uau, ele tem a configuração adequada para entusiasta de nossa época. Naquela época, quando eu jogava “Dinosaur Fight” em um fliperama, eu tinha que colocar moedas e reiniciar o jogo quando trocava de personagem. Não é como agora que posso personalizar minhas próprias habilidades.
O mais emocionante é que este jogo realmente suporta o sistema 5.0, então aqueles irmãos que usam celulares antigos também podem se divertir. Naquela época, eu tive que economizar meio ano de mesada para comprar uma máquina de aprendizagem para jogar “Sword of Immortal”. Agora os desenvolvedores realmente nivelaram o limite. Falando do desenvolvedor Changsha Tianyou Interactive Entertainment, o nome é bastante poético e soa muito mais literário e artístico do que o “Hummer Group” e o “Target Software” que tínhamos naquela época.
No entanto, devo dizer que é atencioso. O tutorial para iniciantes pode ser operado diretamente com uma mão, ao contrário de alguns jogos para celular que exigem o uso de ambos os dedos. Lembro que quando tocávamos "Metal Slug" tínhamos que usar as teclas cruzadas na mão esquerda e as teclas AB na mão direita. Só começamos a praticar até sentir cãibras nos polegares. Hoje em dia, os jovens descobriram a mecânica central dos jogos assistindo a vídeos curtos, e a diferença geracional não é apenas uma questão de resolução da tela.
Eu diria que “Tower of Infinity” é uma carta de amor aos jogadores veteranos – mantém a alma da exploração de masmorras e adiciona um toque de jogo móvel moderno. A configuração de combinações aleatórias de habilidades é incrível. Naquela época, quando jogávamos "Maze of Ruins", tínhamos que memorizar os cheats para obter uma combinação de habilidades. Agora o sistema randomiza automaticamente e cada jogo é novo. Seria ótimo se pudesse ser jogado online, como em “Red Fortress”, quando duas pessoas cooperaram para explodir tanques, seria o retorno de Ye Qing.
Mas, dito isso, me sinto bastante desconfortável em ver um jogo de rolagem lateral tão gratuito e atencioso. Agora que o mercado de jogos para celular está nesse estado, os desenvolvedores ainda podem insistir na jogabilidade tradicional. Assim como ver alguém jogando Genshin Impact com um controle de NES na Estação B, fiquei emocionado e triste. Vamos jogar e valorizar isso como velhos jogadores da nossa geração. Afinal, o próximo jogo que nos possa fazer suspirar “tenho saudades daqueles tempos” poderá ter de esperar até ao Ano do Macaco e do Cavalo.