
Irmãos, ver esse “Legend of the Brave 2: Darkness Rises” realmente me fez quebrar minha defesa em um segundo. Ainda me lembro de quando era criança, economizei o dinheiro do café da manhã durante um mês e corri para uma loja de videogame. O chefe tirou misteriosamente uma fita cassete amarela debaixo do balcão. A capa era um adesivo torto que dizia "Legend of the Brave 2". Quando cheguei em casa e liguei o GBA, o som crepitante da eletricidade fez o sangue de todos ferver.
Para ser honesto, aquela fita daquela época é provavelmente a memória de uma vida passada do jogo de hoje. Lembro que o que eu mais tinha medo naquela época era perder meu arquivo salvo. No meio do nível, liguei o computador no dia seguinte e descobri que “o disco desapareceu”. A sensação de colapso foi ainda pior do que ser reprovado no exame final. Agora está melhor. O jogo para celular pode ser salvo diretamente na nuvem e os monstros podem ser mortos automaticamente quando ociosos. O equipamento de dragão mágico e os contratos de feras fantásticas que eu tanto queria naquela época agora podem ser coletados com apenas um estalar de dedos.
O que mais me surpreende neste jogo é que ele recria a sensação de “uma pessoa e uma fera conquistando o mundo” daquela época, e o atualiza diretamente para “uma pessoa e três feras PK lado a lado”. Ainda me lembro que nas fitas piratas que reproduzi naquela época, o sistema Phantom Beast foi reduzido a uma galinha pixelizada. Agora a tela está preenchida com os efeitos especiais do brilho da Besta Fantasma. Quando olho para ele, me lembro de quando era criança, imaginando cenas de batalha na tela de um telefone flip.
E a operação de cruzar três telas realmente me entende. Eu uso meu celular para pescar no trabalho e desligo o computador quando chego em casa. A sensação de esconderijo que senti quando minha mãe me pegou jogando e eu desliguei o aparelho desapareceu. Agora estou abertamente nostálgico.
Olhando para a versão atual, as habilidades de XP, a jogabilidade contratada, os desafios do BOSS, as batalhas de legiões e as partidas de escada são tão ricas que até um jogador antigo como eu fica um pouco deslumbrado. Mas ainda há um gosto familiar em meus ossos – ainda é o continente de Ater, e ainda é o dragão que quero lutar.
Naqueles anos em que tocávamos fitas piratas, perdíamos a respiração quando o cartão não conseguia ser inserido na máquina. Quando a bateria economizada acabasse, nós a substituiríamos por uma bateria do tamanho de uma moeda para mantê-la viva. Pensar nisso agora nos faz sentir jovens. Agora jogo "Legend of the Brave 2: Darkness Rises" sem outro motivo a não ser para voltar a mim mesmo naquela tarde de férias de verão, de frente para a telinha, soprando o ventilador e lutando lado a lado com meus amigos.
A juventude está de volta e desta vez não precisamos escolher a bateria.