
Para ser honesto, qual de nós dessa geração nunca usou um emulador para jogar Pokémon Ruby na era do Game Boy Advance? Naquela época, a tela era tão pequena que os pixels ficavam todos borrados como um mosaico, e ainda assim passávamos três dias e três noites tentando capturar o Pikachu brilhante. Mais tarde, juntávamos o dinheiro do mesadinho para comprar o cartucho original e, ao colocá-lo no NDSL, parecia que a vida estava completa. Hoje, ao ver novos jogos ousando dizer “3D HD realista” e “mapas sem costura”, minha primeira reação é querer rir um pouco — sem exagero, nos lembro de quando ficávamos escondidos na grama esperando encontrar um monstro, e a imagem que imaginávamos na cabeça, se pudesse ser feita assim, provavelmente nos faria rir até acordar dos sonhos. 😄
Mas brincadeiras à parte, “Pocket Meow Meow” desta vez trouxe a mecânica de tornar os monstrinhos gigantes e a fusão de criaturas lendárias, o que faz a vontade de um jogador veterano como eu crescer. Antes só podíamos seguir passo a passo nas ginásios e enfrentar os Elite Four, agora caçadas com tempo limitado já parecem empolgantes, sem contar a possibilidade de rodar o mapa com visão de 360 graus, finalmente sem ser torturado por “paredes que bloqueiam a visão do caminho”. Sem exagero, se realmente conseguirem reproduzir a sensação de explorar e colecionar daquele “mundo Pokémon”, mesmo com alguns anúncios no modo gratuito, eu posso ser aquele jogador zen que só passeia duas voltas por dia.
Afinal, o que sentimos falta não é a qualidade gráfica em mosaico, mas a seriedade inexplicável quando pegávamos a Pokébola pela primeira vez das mãos do Professor. Espero que este jogo me faça reencontrar essa sensação. E também convido os amigos aqui no chat a contarem: qual foi o seu primeiro jogo de Pokémon? 🤔