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Pessoal, vocês perceberam? Agora, ao abrir a loja de aplicativos, qualquer jogo já começa com vários GB, sempre com “mundo aberto épico” ou “gráficos 4K ultralímpidos”. E quando você joga? Ou fica correndo pelo mapa ou fazendo tarefas diárias, como se estivesse batendo ponto no trabalho. Naquela época, ficávamos na frente da TV jogando NES, tentando passar de Contra com três vidas, treinando repetidamente, ou pulando cogumelos em Mario até plantar flores, jogando um jogo inúmeras vezes sem enjoar. Por quê? Porque era divertido! Agora, tudo bem, os gráficos melhoraram, os mapas ficaram maiores, mas aquela sensação pura desapareceu.

Hoje me deparei com um jogo chamado “Mini Gunfight Elite”. Ei, me deu um gás de imediatamente. Adivinha? Esse jogo vai na contramão, não é grande nem busca realismo, tem um estilo mini em blocos, parecendo bonecos de Lego em batalha. Mas não subestime, cada partida comporta 50 pessoas em “Vanis Island” lutando entre si, e o mapa é bem variado. É esse o feeling — lembra do tempo em que lots de pessoas em CS batalhavam em Dust2? Não era só por algo simples e direto? Hoje em dia, jogos de tiro fazem toda essa questão de ação tática, modificação de armas e simulação balística, não cansa?

O que mais me marcou nesse jogo é essa alegria de “fazer bagunça”. Ao cair, você não só pega armas e atira, mas também pode encontrar um canhão de granadas, e bum, todo mundo treme. Mais incrível ainda é a espada de energia; com ela, você pode se aproximar e atacar corpo a corpo, mais forte do que com armas de fogo. Não é exatamente assim que se jogava Quake? Pulo com foguete e motosserra, sem todas aquelas firulas, quando se encontrava alguém era pra enfrentar de cara!

Além disso, o sistema de armas é interessante, você pode pegar acessórios no chão e montar algo incrível que domina todo o campo de batalha. Isso me lembra quando jogava Call of Duty online, modificando minha arma e testando por um tempo, totalmente diferente da atual prática de gastar dinheiro para skins e ter vantagem automatizada. Mini Gunfight depende só do que você coleta durante o jogo, mesclando velocidade de reação, sorte e um pouco de estratégia.

Falando sério, hoje em dia muitas grandes desenvolvedoras estão ocupadas fazendo “narrativas cinematográficas” e “mapas enormes sem carga”, gráficos dignos de CG, mas a jogabilidade? Muitas vezes você passa dez minutos correndo pelo mapa e cinco minutos vendo cutscene, e batalhar com um boss ainda é um QTE. Eu penso que, para jogos, os gráficos são um bônus, mas não são o essencial.Você cria um mapa de algumas centenas de metros quadrados, enche todos os cantos de materiais, e os jogadores entram e parece que estão visitando um museu, isso tem algum uso? É melhor aprender com o Mini Gunfight, acelerar o ritmo, aumentar a sensação de diversão, mesmo que os gráficos sejam um pouco cartunescos, ainda podemos nos divertir a tarde toda.
De qualquer forma, já estou cansado daqueles jogos de “download de 50G, tutorial para iniciantes de uma hora, primeiro pacote de 648”. Este jogo é grátis, não precisa baixar muito, chama os amigos para jogar algumas partidas e sentir aquela vontade de jogar “só mais uma rodada” de antigamente. Pare de falar só dos gráficos, amigos, o importante é que seja divertido! Vocês têm algum jogo pequeno, mas viciante, recentemente? Nos comentários, recomendem para mim também, para que eu, o veterano, possa verificar! 😎